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A CADA DIA UM HINO E HISTÓRIA

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

041 - A Cristo Adorai


A Cristo coroai! Que por nós encarnou,
E Deus, o Santo Deus e Pai, aos homens revelou.
Eis Sua compaixão! Eis Sua mansidão!
Quem vê a Cristo, vê ao Pai; sim, vê Seu coração.

A Cristo coroai! De tudo o Criador,
O Filho do eterno Deus, do mundo, o Salvador, Jesus Emanuel,
o grande Redentor!
Em busca dos perdidos, vem o nosso bom Pastor.

A Cristo coroai! Que sobre a cruz, ganhou
Por nós eterna redenção e para o céu voltou!
Ele é o Rei dos reis! O Príncipe da paz!
Jesus, da morte, o vencedor, que a Salvação nos traz.

A Cristo coroai! De todos o Senhor,
A quem a multidão dos céus aclama com fervor!
Eis o Cordeiro ali, que sobre o trono está!
Que vive e reina lá por nós, e cedo voltará

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

040 - A cidade do Bom Jesus

Que se diz dos teus encantos,
Ó cidade do bom Deus!
Que soberba te levantas
Entre as glórias desses céus,
Desde o mundo preparada
Para Cristo e para os Seus.

São de jaspe adamantino
Os teus muros, ó Sião!
São douradas essas ruas,
Que os remidos pisarão!
De celeste luz banhadas,
Refulgentes sempre estão!

Pelo próprio Deus fundada
Sobre a rocha secular
Quão seguras tuas portas!
Quem as pode ameaçar?
Igualmente, quão seguro
Quem por ela lá entrar!

Quão felizes são teus filhos,
Vendo a face do Senhor!
Nunca mais a tome sentem,
Nunca sentem mais a dor,
Com os anjos desfrutando
Pleno gozo, paz e amor!

O trono do Cordeiro,
Noite e dia, sem cessar
Corre o rio de água viva,
Para todos saciar!
Lá com Cristo, vão teus filhos,
Satisfeitos descansar!

Se, por Teu amor infindo,
De Sião eu filho for,
Zombe o mundo e escarneça,
Nada importa, Salvador,
Pois que do Teu gozo eterno
Mesmo aqui tenho o penhor!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

039-Alvo mais que a neve

039-Alvo mais que a neve

"Naquele dia haverá uma fonte aberta para a casa de Davi,
e para os habitantes de Jerusalém,
para purificação do pecado e da imundícia."
(Zacarias 13:1)
Letra: Eden R. Latta, 1881
Música: Henry S. Perkins
Tradução: Henry Maxwell Wright

ALVO MAIS QUE A NEVEBLESSED BE THE FOUNTAIN
1
Bendito seja o Cordeiro,
Que na cruz por nós padeceu!
Bendito seja o Seu sangue,
Que por nós, ali Ele verteu!
Eis nesse sangue levados,
Com roupas que tão alvas são,
Os pecadores remidos,
Que perante seu Deus já estão!

Coro
Alvo mais que a neve!
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado,
Mais alvo que a neve sere!


2
Quão espinhosa a coroa
Que Jesus por nós suportou!
Oh! Quão profundas as chagas,
Que nos provam quanto Ele amou!
Eis nessas chagas pureza
Para o maior pecador!
Pois que mais alvo que a neve,
O Teu sangue nos torna, Senhor!

3
Se nós a Ti confessarmos,
E seguirmos na Tua luz,
Tu não somente perdoas,
Purificas também, ó Jesus;
Sim, e de todo o pecado!
Que maravilha de amor!
Pois que mais alvo que a neve.
O Teu sangue nos torna, Senhor.
1
Blessed be the fountain of blood,
To a world of sinners revealed;
Blessed be the dear Son of God;
Only by His stripes we are healed.
Tho’ I’ve wandered far from His fold,
Bringing to my heart pain and woe,
Wash me in the blood of the Lamb,
And I shall be whiter than snow.

Refrain
Whiter than the snow,
Whiter than the snow,
Wash me in the blood of the Lamb,
And I shall be whiter than snow.


2
Thorny was the crown that He wore,
And the cross His body o’ercame;
Grievous were the sorrows He bore,
But He suffered Thus not in vain.
May I to that fountain be led,
Made to cleanse my sins here below;
Wash me in the blood that He shed,
And I shall be whiter than snow.

3
Father, I have wandered from Thee,
Often has my heart gone astray;
Crimson do my sins seem to me
—Water cannot wash them away.
Jesus, to the fountain of Thine,
Leaning on Thy promise, I go;
Cleanse me by Thy washing divine,
And I shall be whiter than snow.

COMENTÁRIO

Nesta petição muito pessoal ao Senhor, Davi reconhece que ele mesmo não pode, de maneira nenhuma, corrigir sua natureza pecadora. Somente o Deus que o criou pode purificá-lo, renová-lo e restaurá-lo. (...) Eu também preciso de uma obra profunda de Deus na minha vida. Como Davi, anseio por cirurgia radical espiritual-purificação, restauração, um coração lavado, o poder transformador do Espírito Santo e a (...) recuperação da alegria da minha salvação!

O Cordeiro de Deus pagou um preço muito alto para que nossos pecados pudessem ser perdoados e lavados. O preço foi o seu sangue, a sua morte, o tomar sobre si os nossos pecados. "Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fossemos feitos justiça de Deus" (II Coríntios 5:21). Este mesmo sangue que nos lava e nos salva na hora em que aceitamos a Cristo como Salvador, nos perdoa e purifica dos nossos pecados confessados, dia após dia (I João 1:9). "Seja Bendito o Cordeiro" deve ser o nosso cântico todos os dias da nossa vida. Um dia, pelo sangue salvador de Jesus, também estaremos com as multidões que proclamam: "Ao que está sentado sobre o trono, e ao cordeiro, seja o louvor e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 5:13).

O autor deste hino muito cantado pelos cristãos brasileiros foi Éden Reeder Latta. A única informação que temos sobre este autor é que nasceu em 1839. Provavelmente, o hino apareceu pela primeira vez na coletânea Sacred Songs and Solos (Cânticos e Solos Sacros) nº. 396, de Sankey em 1881. Seu título inicial foi The Blood of the Lamb (O Sangue do Cordeiro). Esta coletânea indica que a melodia é um arranjo de H. S. Perkins. Assim, presumidos que seja da mesma data.

A excelente adaptação deste hino, feita em 1914, é uma das quase 200 produções do dinâmico evangelista e hinista Henry Maxwell Wright. Como muitas outras, foi incluída em quase todos os hinários evangélicos brasileiros.
.
Bibliografia: Wyrtzen, Don - Fugue on Forgiveness: Musician Looks at the Psalms, Grand Rapids, MI, Zondervan Publishing House, 1988, p. 231.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

038 - O Senhor é Rei

Proclamei a todo o mundo que o Senhor é Rei!
Proclamai! Proclamai!
Proclamei que suave e doce é Sua santa lei!
Proclamai! Proclamai!
Proclamai como Ele se chama Salvador Jesus,
Como Ele por nós morreu na ensangüentada cruz,
Como Ele - o Cordeiro - sobre o trono está
O Deus de toda graça, que de graça tudo dá.

Proclama! a todo o mundo
que o Senhor é Rei!
Proclamai! Proclamai!
Proclama! que suave e doce
é Sua santa lei!
Proclamai! Proclamai!

Proclamei que reina em graça nosso Salvador!
Proclamei! Proclamei!
Que por cetro de Seu reino ele tem o amor!
Proclamei! Proclamei!
Anunciei aos tristes que Ele vive lá;
E e todos os cansados que descanso Ele dá;
Contei aos pecadores que Ele veio salvar,
E a todos os cativos que Ele os pode libertar.

Proclamei que Ele, do céu em breve descerá!
Proclamei! Proclamei!
E com todos os Seus santos aparecerá!
Proclamei! Proclamei!
Que, sem demora, venham todos se render
E, com amor, em tudo e Cristo obedecer
Que estejam todos prontos quando Ele voltar,
E alegres, naquele dia, "Rei dos reis", o aclamar

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

037-Cristo prá mim

037-Cristo prá mim

"... e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho,
nos purifica de todo o pecado."
(1 João 1:7)
Letra: Herbert H. Booth, 1886
Música: Thomas H. Bayley
Tradução: H.M.W.
CRISTO PRA MIM                        CLEANSING FOR ME
1
Oh! que descanso em Jesus encontrei!
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!
Oh! que tesouros infindos achei!
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!
'Scolham os outros o mundo pra si.
Busquem riquezas, delicias aqui;
Eu acolherei, ó Jesus, sempre a Ti!
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!


2
Quer na aflição, na doença ou na dor:
Cristo p’ra mim! Cristo p'ra mim!
Quer na saúde, na força ou vigor;
Cristo p’ra mim! Cristo p'ra mim!
Sempre ao meu lado pra me socorrer,
Com Seu amor, sim, e com Seu poder;
Em cada transe pronto a me valer;
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!

3
No dia amargo da perseguição:
Cristo p’ra mim! Cristo p’ra mim!
Nas duras provas e na tentação:
Cristo p’ra mim! Cristo p’ra mim!
Ele, o pecado e o mundo venceu
Quando, por mim, no Calvário morreu;
E da vitória a certeza me deu;
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!



4
Quando no vale da morte eu entrar,
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!
Quando perante meu Deus m’encontrar:
Cristo p'ra mim! Cristo p’ra mim!
Só no Teu sangue confio, Senhor,
Só no Teu sempre imutável amor!
Inda outra vez cantarei, Salvador:
Cristo p'ra mim! Cristo p'ra mim!

1
Lord, through the blood of the Lamb that was slain,
Cleansing for me, cleansing for me;
From all the guilt of my sins now I claim
Cleansing from Thee, cleansing from Thee.
Sinful and black though the past may have been,
Many the crushing defeats I have seen,
Yet on Thy promise, O Lord, I now lean,
Cleansing for me, cleansing for me.

2
From all the sins over which I have wept,
Cleansing for me, cleansing for me;
Far, far away by the blood-current swept,
Cleansing for me, cleansing for me;
Jesus, Thy promise I dare to believe,
And as I come Thou wilt surely receive,
That over sin I may never more grieve,
Cleansing for me, cleansing for me.




3
From all the doubts that have filled me with gloom,
Cleansing for me, cleansing for me;
From all the fears that would point me to doom,
Cleansing for me, cleansing for me;
Jesus, although I may not understand,
In childlike faith now I stretch forth my hand,
And through Thy Word and Thy grace I shall stand,
Cleansed by Thee, cleansed by Thee.

4
From all the care of what men think or say,
Cleansing for me, cleansing for me;
From ever fearing to speak, sing or pray,
Cleansing for me, cleansing for me;
Lord, in Thy love and Thy power make me strong
That all may know that to Thee I belong;
When I am tempted, let this be my song,
Cleansing fo

domingo, 18 de fevereiro de 2018

036-O exilado

036-O exilado

Letra : Justus Henry Nelson
Música: Stephen Collins Foster
O EXILADO
THE SWANEE RIVER
(Old Folks at Home)
- Letra original -

1
Da linda pátria estou bem longe;
Cansado estou;
Eu tenho de Jesus saudade,
Oh, quando é que eu vou?
Passarinhos, belas flores,
Querem m'encantar;
São vãos terrestres esplendores,
Mas contemplo o meu lar.

2
Jesus me deu a Sua promessa;
Me vem buscar;
Meu coração está com pressa,
Eu quero já voar.
Meus pecados foram muitos,
Mui culpado sou;
Porém, Seu sangue põe-me limpo;
Eu para pátria vou.

3
Qual filho de seu lar saudoso,
Eu quero ir;
Qual passarinho para o ninho,
Pra os braços Seus fugir;
É fiel - Sua vinda é certa,
Quando... Eu não sei.
Mas Ele manda estar alerta;
Do exílio voltarei.

4
Sua vinda aguardo eu cantando;
Meu lar no céu;
Seus passos hei de ouvir soando
Além do escuro véu.
Passarinhos, belas flores,
Querem m'encantar;
São vãos terrestres esplendores,
Mas contemplo o meu lar.

1
Way down upon the Swanee River,
far, far away.
That's where my heart is turning ever.
That's where the old folks stay.
All up and down the whole creation,
sadly I roam,
Still longing for the old plantation,
and for the old folks at home.

2
All the world is sad and dreary,
everywhere I roam,
Oh! darkeys, how my heart grows weary,
far from the old folks at home.
All 'round the little farm I wandered
when I was young,
Then many happy days I squandered,
many a song I sung.

3
When I was playing with my brother
happy was I.
Oh! take me to my kind old mother,
there let me live and die.
All the world is sad and dreary,
everywhere I roam,
Oh! darkeys, how my heart grows weary,
far from the old folks at home.

4
One little hut among the bushes,
one that I love,
Still sadly to my mem'ry rushes,
no matter where I rove.
When will I see the bees a-humming'
all around the comb?
When will I hear the banjo strummin'
down in my good old home?

5
All the world is sad and dreary,
everywhere I roam,
Oh, darkeys, how my heart grows weary,
far from the old folks at home.
História

Stephen Collins Foster escreveu "Old Folks at Home" em 1851, na cidade de Pittsburgh, estado americano da Pennsylvania. Muitos têm afirmado que esta canção é ofensiva e racista pelo fato de haver sido elaborada com palavras do dialeto utilizado pelos escravos, como se fosse um negro cantando com saudades da sua família que havia sido deixada na velha plantação (de old plantation).

Seja como for, todo o texto foi produzido com expressões nostálgicas, passando a impressão de que alguém está longe de casa e separado da sua família.

Apesar das controvérsias, havendo muitos que insistem em afirmar que o texto é racista, a melodia "The Swanee River" (Old folks at home), tal como foi escrita e composta por Stephen C. Foster, com algumas pequenas correções, foi adotada como a canção oficial do estado da Flórida no dia 25 de Maio de 1935.

Stephen Collins Foster (04/071826 a 13/01/1864), conhecido como o "pai da música americana", foi um proeminente compositor americano do século XIX. Suas canções, incluindo "Oh! Susanna", "Camptown Races", "My Old Kentucky Home", "Old Black Joe", "Beautiful Dreamer" e "Old Folks at Home" ("Swanee River") permanecem populares mais de 150 anos depois de sua composição.

Os metodistas contribuíram para a hinódia brasileira através de missionários como Justus Henry Nelson e Benjamin Nind, que cooperaram com a tradução dos versos em inglês para o português.

No caso deste hino "O Exilado", a situação em que se encontrava, longe de casa, em terra estranha, com saudade da família, etc, seria no mínimo razoável que se lembrasse de uma música folclórica como esta. O missionário Justus Henry Nelson fez a adaptação necessária da melodia rural "Old Folks at home", de Stephen Collins Foster para produzir: "Da linda pátria estou mui longe...", tendo sido aproveitada tanto no antigo "Cantor Cristão" (número 484) como no "Salmos e Hinos" (número 592).

sábado, 17 de fevereiro de 2018

035 O Grande Amor

O grande amor de meu Jesus
Por mim morrendo sobre a cruz
Da perdição, pra me salvar
Quem poderá contar?

Quem pode o Seu amor contar?
Quem pode o Seu amor contar?
O grande amor do Salvador
Quem poderá contar?

O cálice que Jesus bebeu
A maldição que padeceu
Tudo por mim, p'ra me salvar
Quem poderá contar?

A zombaria tão cruel
A cruz sangrenta, o amargo fel
Que Ele sofreu pra me salvar
Quem poderá contar?

Incomparável Salvador!
Quão inefável Teu amor!
Quão impossível de sondar!
Imenso e sem par!